NDI na box: instalado por você, em um comando. O appliance não traz a biblioteca NDI embutida — a licença da Vizrt pede que o runtime seja instalado pelo usuário final, sob a EULA que ele aceita. Entre na conta de manutenção (credenciais noPRIMEIRO-ACESSO.txt) e rode:sudo srtbond-install-ndiO script baixa o SDK oficial da Vizrt, mostra a EULA (a decisão é sua), instala a biblioteca e reinicia o encoder. A entrada NDI aparece no seletor de fonte da UI web em seguida — e o runtime passa a atualizar no ciclo da Vizrt, sem esperar release nossa. Sem ele, a box opera normalmente com SRT de entrada, captura local e Decklink.
Encoder em rack/servidor, sem tela, operado pelo navegador. É a mesma base do app desktop (macOS/Windows) — muda o empacotamento e o modo (headless), não o núcleo.
SRTBONDMAGIC-OS-<versão>-amd64.iso e grave num pendrive (dd if=... of=/dev/sdX bs=4M status=progress, ou Rufus/balenaEtcher).run_unattended_upgrades por bastante tempo.⚠️ O disco alvo é apagado. É um appliance, não uma máquina de uso geral. A instalação precisa de rede para baixarffmpeg/nginx/avahi— cabo conectado.
https://<ip>/) e o fingerprint do certificado. De outra máquina: abra no navegador, aceite o certificado (confira o fingerprint) e entre.Não há passo "instalar o SRTBONDMAGIC" — instalar a distro é instalar o encoder.
| Para quê | Como | |
|---|---|---|
| Operador | Criar pipeline, iniciar/parar, ver preview e telemetria | Navegador, https://<ip>/ |
srtbond-admin | Manutenção do SO (rede, pacotes, logs) | SSH. Não existe senha de fábrica: a conta sai TRAVADA da instalação (passwd -l) e quem a destrava é o wizard de 1º boot — no modo console você digita a senha ali; no modo automático (seed) ela é sorteada e fica em /etc/srtbondmagic/PRIMEIRO-ACESSO.txt (0600) na própria box |
Quem opera a transmissão não precisa de shell na máquina — e o serviço roda como o usuário de sistema srtbond, sem shell (nologin).
srtbond-info
Mostra num relance: endereço de acesso, estado do app/nginx/avahi, ffmpeg, NICs e IPs.
journalctl -u srtbondmagic -f
-local_addr). No Linux o egress por interface funciona de verdade (SO_BINDTODEVICE + policy routing), diferente do macOS. Deixe as NICs com IP fixo e anote qual é qual — a UI lista os IPs disponíveis por saída.avahi-daemon (a ISO já instala e habilita). Sem ele a lista de fontes vem vazia mesmo com a fonte no ar.Desde a 0.5.0 a box é também o receptor: crie uma pipeline com a fonte "Receptor de bonding (srtla)" e ela abre uma porta UDP (o card mostra qual), remonta as pernas enviadas do campo e entrega o fluxo às saídas — tipicamente NDI, que faz o vídeo reaparecer como fonte no switcher do estúdio.
srtla_rec) cair; 10 mortes seguidas viram falha declarada com o motivo.O update chega pelo mesmo canal assinado do desktop (latest.json com assinatura ed25519 + sha256 do pacote). O guardião aplica numa janela segura: nunca durante transmissão. No Linux o pacote é tar.gz, a troca é rename atômico e a versão anterior fica em /opt/srtbondmagic/app.previous para rollback automático se a nova morrer cedo. O app fica em /opt/srtbondmagic/app; o diretório-pai /opt/srtbondmagic pertence ao usuário srtbond de propósito — o swap do update é um rename dentro dele, e se o pai fosse /opt (root:root) o update falharia para sempre.
unattended-upgrades vem desligado e os pacotes de kernel ficam em apt-mark hold: o driver DeckLink é módulo DKMS e quebra a cada salto de kernel — com a box em produção, isso aparece só no próximo boot. Atualizar o SO é decisão manual, com janela:
sudo apt-mark unhold linux-image-generic linux-headers-generic linux-generic
Depois de subir o kernel, confira o DKMS (dkms status) antes de considerar a box pronta.
127.0.0.1; quem fala com a rede é o nginx, com TLS./etc/srtbondmagic/PRIMEIRO-ACESSO.txt. Numa rede com CA própria, troque os arquivos em /etc/srtbondmagic/tls/ e reinicie o nginx.